sábado, 28 de abril de 2012

A SEMENTE É A PALAVRA DE DEUS


A SEMENTE É A PALAVRA DE DEUS

A semente plantada por mim em PORTUGUÊS ATRAVÉS DA BÍBLIA, é muito especial, pois ela transforma corações  em campos férteis para apreender e assimilar a PALAVRA DE DEUS.
Quando estudamos verbos (uma das dez classes gramaticais), reconhecemos neles o VERBO DE DEUS, Jesus Cristo. O Verbo, a Palavra, a ação de Deus, que se fez carne (assim, na voz reflexiva – ele fez carne a si mesmo) e habitou entre nós (Jo 1.14)
Os modos verbais revelam a atitude do falante:  No modo indicativo temos a certeza, a convicção.: “ Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16)”. No modo subjuntivo a conjectura, a hipótese: “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele (Jo 3.17).  Já o modo imperativo, que só o víamos como ordem, mando, deparamo-nos com o convite de Jesus: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei (Mt 11.28)”. Aqui nada temos de ordem (embora Vinde esteja no imperativo);  temos sim um convite do Consolador. Também ainda quando Deus fala a Abraão: “Anda em minha presença e perfeito (Gn 17.1).” Deus não estava dando uma ordem ao seu amigo Abraão. Ele o estava convidando para que andasse em sua presença. O ladrão da cruz, por sua vez, não estava dando uma ordem a Jesus, ele estava suplicando: “Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino (Lc 23.42)” este ladrão reconheceu o Rei dos reis, e então a convicção de Jesus o confortou: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso (Lc 23.43)”. O salmista Davi pedia a Deus: “Não te lembres dos pecados da minha mocidade... (Sl 25.7)” Vejam o imperativo expressa muito além da ordem. Expressa convite, súplica, pedido. E muitas vezes ele é até substituído pela futuro do presente do modo indicativo. Observe os dez mandamentos: Êx 20 “Não terás, não matarás, não furturás, não dirás...” o tempo verbal aqui utilizado é o futuro do presente do modo indicativo com força de imperativo.Não é incrível?! Mas por que isso? É simples. O modo imperativo expressa o momento presente (então a ordem é momentânea), enquanto que o futuro do presente, assim contextualizado, expressa a ordem continuada, ou seja, o mando que deve ser obedecido  vida afora. Ok? Não matar, não roubar, não adulterar, assim por toda a vida, como o expressa tão bem o infinitivo, cujo valor é atemporal. Para designar o futuro do presente do modo indicativo os gramáticos dizem mais ou menos assim: O futuro do presente do indicativo expressa uma ação futura tida como certa em relação ao hoje. Uma ação futura tida como certa: Não matarás, não roubarás, não adulterarás, não dirás falso testemunho etc. Não matarás hoje, amanhã, depois, depois de amanhã, em 2020, 2030, e até quando Jesus te chamar para estares com ele no paraíso.
A semente, pois,  que foi semeada em teu coração, é a Palavra de Deus, e esta palavra produz frutos dignos de arrependimento(Lc 3.8).
            Glória a Deus!!!

domingo, 1 de abril de 2012

a sentença mais significativa


Jesus chorou
A revista VEJA, de 21 de outubro de 2009, da editora Abril revelou uma pesquisa recente feita pelo professor americano Brooks Landon, a qual nomeou como a mais significativa sentença de todos os tempos a frase bíblica (Jo 11.35) de apenas duas palavras: “Jesus chorou”, em inglês: “Jesus Wept” – em francês: “Jésus pleura” – espanhol: “Jésus lloró”.
Que frase pode ser mais marcante do que esta? Duas palavras que traduzem a essência do amor de Deus. Jesus chorou por Lázaro, por Marta, por Maria, por Jerusalém, por mim e por você.
Na Bíblia encontramos muitas outras frases e até mesmo palavras que traduzem por si só o imensurável amor de Deus. Uma delas é a palavra “Jesurum” (Is 44.2), transcrição fonológica de uma palavra que pode ser aramaica ou hebraica, cujo significado: “um amado, uma amada de Deus” enche os corações de júbilo, ou ainda “Jedidjá (II Sm 12.24-25), que significa “querido de Jeová” – palavra hebraica em transcrição fonológica.     
A Carta Magna de Deus à humanidade tem muito e muitos trechos linguisticamente interessantes e peculiares, que aguçam nossos sentidos literários. O primeiro deles é a frase: Vou e venho para vós (Jo 14.28), que traduz a agilidade com a qual Jesus se locomove entre o céu e a terra. Nesta frase o verbo ir, cuja regência pede a preposição para, combinado ao verbo vir, no sentido de voltar de  (dita desta maneira: “Vou e venho”) expressa muito mais do que se a Bíblia na Língua Portuguesa a elaborasse em sua regência rígida, o que aumentaria o número de vocábulos.
Isso, no entanto, ocorre em outras línguas, como por exemplo em inglês: “I go away, and come again unto you”; e em espanhol: “Me voy, y vendré a estar com ustedes outra vez” ou ainda em francês: “Jem’en vais, et je reviens vers vous” – que optaram por frases mais alongadas, contrapondo-se a frase em português, que diz simplesmente: “Vou e venho para vós”; traduzindo em poucas palavras o que outras línguas não conseguem expressar: Jesus vem num abrir e fechar de olhos.